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Cuidado com a ociosidade!

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Cuidado com a ociosidade!

2 Tessalonicenses 3:6-15

⁶ Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo o irmão que anda desordenadamente, e não segundo a tradição que de nós recebeu.

⁷ Porque vós mesmos sabeis como convém imitar-nos, pois que não nos portamos desordenadamente entre vós,

⁸ Nem de graça comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós.

⁹ Não porque não tivéssemos autoridade, mas para vos dar em nós mesmos exemplo, para nos imitardes.

¹⁰ Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto, que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também.

¹¹ Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes fazendo coisas vãs.

¹² A esses tais, porém, mandamos, e exortamos por nosso Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando com sossego, comam o seu próprio pão.

¹³ E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.

¹⁴ Mas, se alguém não⁴ obedecer à nossa palavra por esta carta, notai o tal, e não vos mistureis com ele, para que se envergonhe.

¹⁵ Todavia não o tenhais como inimigo, mas admoestai-o como irmão.

2 Tessalonicenses 3:6-15

Cuidado com a ociosidade! A Igreja não é refúgio de preguiçosos, é lugar de gente ativa! Ninguém tem o direito de se escorar nos outros por causa da fé. Este assunto é muito importante, não só na igreja, mas em os lugares do mundo. Um dos pontos sensível na vida é o relacionamento, onde a Bíblia é a referencia para muitas pessoas no mundo e grande parâmetro para a vida. E neste texto que lemos verificamos as orientações com grande clareza. Creio que o homem tem a função de provedor, mas Bíblia nos orienta que a mulher é ajudadora.

Gênesis 2:18

¹⁸ E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.

O que dizer da palavra “auxiliadora” (Gn 2.18)? Mesmo que conservemos todos os nossos bons “preconceitos” estabelecidos por Gênesis 1, lembrando que o homem e a mulher são igualmente criados à imagem de Deus, ainda podemos indagar: a palavra “auxiliadora”, aplicada à mulher, implica que ela seria uma cidadã de segunda categoria (em uma sociedade de dois!)? Quando pensamos em “auxiliadora”, é comum imaginarmos uma ajudante doméstica, ou uma criança que é “a pequena ajudante da mamãe”, entre um sem-número de papéis aparentemente de menor importância ou de menor responsabilidade.

Mas vamos pensar na palavra em si. Um auxiliador (ou uma auxiliadora) é simplesmente alguém que ajuda outrem. O ato de auxiliar não diminui o auxiliador. De fato, é exatamente o contrário. Em diversas ocasiões recentes, quando eu estava em outros países, senti-me incapaz de me comunicar em língua estrangeira — e os tradutores que me ajudaram, a meu ver, foram grandes heróis. Senti-me maravilhada e humilhada por sua habilidade de transitar de uma língua para outra. Eu é que não tinha essa capacidade; eles tinham. E, quando eu precisei, sua ajuda me salvou!

O termo “ajudante” (em hebraico, ezer) denota força — com frequência, a força que vence as batalhas. De fato, em todo o Antigo Testamento, essa palavra é usada para descrever Deus, na medida em que ele ajuda seu povo — “O Senhor está comigo entre os que me ajudam; por isso, verei cumprido o meu desejo nos que me odeiam” (Salmos 118.7). A ajudadora que Deus deu a Adão era uma extensão da ajuda do próprio Deus, pois ele cria a mulher e a leva até Adão. A ajudadora é o modo como Deus torna o “não é bom” em “muito bom”. A ajudadora é o ponto mais alto, o ápice da finalização por Deus na história da criação. Esse papel de auxiliadora que a mulher tem é um chamado elevado: algo por meio do qual ela reflete a imagem de Deus, seu Criador — e por meio do qual ela serve a Deus ao andar conforme sua Palavra.

Mesmo assim, temos de perguntar o que significa, na prática, dizer que a mulher é uma “auxiliadora idônea”. Em Gênesis 2, esse papel elevado de auxiliadora aplica-se claramente ao primeiro casamento (e a todos os casamentos subsequentes, conforme veremos adiante, cada vez com maior clareza). Mas isso se aplica a todas as mulheres, em todos os seus relacionamentos com todos os homens? Todas as mulheres devem ser ajudadoras de todos os homens? Essa natureza de “ajuda” seria intrínseca à condição feminina, conforme o plano de Deus? Se, ao respondermos sim a essa pergunta, estivermos pensando em “ajudadora” de modo depreciativo ou humilhante, a resposta é não. Não existe ensino na Escritura que nos leve a isso.

Se, ao respondermos sim a essa pergunta, confundirmos os papéis biblicamente definidos com outros papéis, a resposta é não. Chegaremos a passagens que tratam dos papéis tanto no casamento como na igreja, e a Escritura é clara quanto a ambos os contextos. O ensino da Bíblia nessas duas esferas remonta a Gênesis, para sua verdade fundamental. Mas, se aplicarmos o ensino da Escritura a respeito desses papéis em contextos que a Palavra de Deus não aborda, entramos em uma enrascada.

Daqui a pouco, vou analisar que essa história da criação nos oferece vislumbres de um padrão criacional e universal que se aplica a todos os homens e a todas as mulheres, de modo que há um sentido em todas as mulheres serem chamadas para atuar como “auxiliadoras”. Mas, se eu tomar esse modelo universal como significando, por exemplo, que uma mulher não deve dirigir uma empresa ou ser reitora de uma faculdade, ou ser presidente de um país, eu estaria confundindo papéis biblicamente definidos com outros papéis sobre os quais a Escritura não fala. Eu estaria impondo restrições nada bíblicas sobre as portadoras femininas da imagem de Deus.

Mas nós podemos dizer sim a essa questão, de modo a manter os “bons preconceitos” de Gênesis 1, ao mesmo tempo que asseveramos que esse primeiro homem e essa primeira mulher nos ensinam algo profundo e universal. Assim como Gênesis revela a verdade fundamental de que homem e mulher (e não apenas esposos e esposas) foram criados à imagem de Deus, parece que haveria uma verdade fundamental na criação da primeira mulher (não apenas da primeira esposa) como ajudadora do homem. É difícil definir essa verdade com princípios específicos, porque a verdade do que ocorre na Criação cresce e espalha sua luz por toda a Escritura. Precisamos chegar ao contexto da igreja para descobrir a operação plena e aberta dessas verdades criacionais dentro do corpo de irmãos e irmãs (casados e solteiros) no âmbito da família de Deus. E é no contexto das congregações locais da igreja que eu tenho visto mais nitidamente a beleza da parceria entre mulheres que ajudam, de modo ativo, todos a seu redor, e homens que recebem e apreciam essa ajuda, quando o povo de Deus serve e trabalha em conjunto.

Há uma mulher solteira na minha congregação que é brilhante em questões financeiras, e todos celebram esse brilho; eu não sei o que faríamos sem a sua ajuda, a qual, há anos, ela tem dado sem reservas à igreja — eventualmente, como membro da equipe de direção. Ela é uma mulher que respeita, celebra e ajuda os homens da liderança. O elevado papel das mulheres como ajudadoras, quando elas abraçam isso de coração, tende a dar sabor a tudo que fazem, dentro e fora da igreja. Essa mulher era muito valorizada na instituição financeira na qual, durante anos, ela trabalhou, ocupando uma posição de grande responsabilidade. Imagino que você consegue pensar em mulheres que, com seu espírito de ajudadoras, dão sabor à sua vida e à sua igreja, e em homens que se alegram em fazer parceria com essas mulheres, recebendo humildemente sua ajuda, sem se importar com quem está ou não no comando, em qualquer tipo de trabalho ou empreendimento. Mais adiante, falaremos mais especificamente a respeito dessas aplicações. De fato, muito mais luz virá dessa próxima razão que encontramos para a ordem de Deus na criação.

Crédito : fizkes by GettyImages

“Quem não quer trabalhar, também não coma.”

É isso. Porque, se Paulo e seus colaboradores não exerceram o direito que tinham, como pais da comunidade, de receber o sustento e as gratificações em seu ministério, quanto mais os outros irmãos na fé. Alguns, porém, estavam mesmo vivendo como que encostados nos trabalhos de outros.

A malandragem de alguns preguiçosos pode pôr em risco não apena o trabalho proposto, mas sobretudo a convivência e a harmonia entre os irmãos de fé. Nesse ponto, precisamos nos ajudar uns aos outros para que não caiamos nessa tentação.

Por isso São Paulo exorta firmemente: “Com efeito, quando estávamos entre vós, demos esta regra: Quem não quer trabalhar, também não coma.” É tanto para o homem com para a mulher.

Trabalho não é castigo, mas dom de Deus. No entanto, não falta quem prefira pegar “atalhos” que muitas vezes terminam muito mal. 

 O Apóstolo São Paulo foi enfático ao declarar:

“Quem não quer trabalhar também não coma. Ora, temos ouvido falar que, entre vós, há alguns vivendo desordenadamente, sem fazer nada, mas intrometendo-se em tudo. A essas pessoas ordenamos e exortamos no Senhor Jesus Cristo que trabalhem tranquilamente e, assim, comam o seu próprio pão” (2 Ts 3, 10-12).

De fato, o trabalho não é castigo, mas dom de Deus. Mediante o trabalho, Ele nos convida a participar da Sua obra como seus cuidadores em várias áreas da vida:

“O Senhor Deus tomou o homem e o colocou no jardim do Éden, para o cultivar e guardar” (Gn 2, 15).

O trabalho, portanto, existe desde antes do pecado. Foi somente após a desobediência de Adão e Eva que o trabalho passou a ter um peso penitencial e a exigir esforços às vezes dolorosos:

“Comerás o pão com o suor do teu rosto” (Gn 3,19).

O próprio Jesus afirmou:

“Meu Pai trabalha sempre, e eu também trabalho” (Jo 5, 17).

A primeira tentação sofrida por Ele, diga-se de passagem, teve relação precisamente com uma visão distorcida do trabalho. Disse-Lhe o tentador:

“Manda que estas pedras se transformem em pães!” (Mt 4, 3).

Era a tentação de ganhar o pão sem trabalhar! Até Jesus foi tentado a receber de graça.

A terceira tentação teve premissa semelhante:

“Tudo isso te darei se, prostrado, me adorares” (Mt 4, 8-9).

De novo, a tentação de conseguir riquezas de modo fácil, sacrificando a própria dignidade de Filho de Deus e cedendo ao pai da mentira e da condenação.

Uma das maiores e mais comuns tentações de todos os tempos continua sendo a de obter vantagens sem merecê-las mediante um trabalho digno. Trata-se da corrupção, mas não somente: também é tentador enveredar-se por supostos “atalhos” como a jogatina, a especulação, a exploração do outro, o roubo e até a violência; tudo isso, no fim das contas, é a tentação de ganhar sem trabalhar. Não devemos esquecer, tampouco, a prevaricação de quem não trabalha e, cinicamente, diz esperar que “Deus proverá”, muito preocupante quando se espera alguma coisa sem nada fazer.

“A raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. Acossados pela cobiça, alguns se desviaram da Fé e se enredaram em muitas aflições” (São Paulo, 1Tm 6,10).

Leia o trecho em II Ts 3, 6-15

Ordens

II Ts 3, 1-2.6-7.10. 12-15

“Quanto ao mais, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se espalhe rapidamente e seja glorificada com é entre vós. Orai também para que fiquemos livres das pessoas importunas e más, pois nem todos tem a fé.”

“Ordenamo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que eviteis todo irmão que leva uma vida desordenada e contrária à tradição que de nós recebestes. Sabeis muito bem como deveis imitar-nos, porque não vivemos entre vós de maneira desordenada.”

“Com efeito, quando estávamos entre vós, demos esta regra: Quem não quer trabalhar, também não coma.”

“A essas pessoas desordenadas ordenamos no Senhor Jesus Cristo que trabalhem tranquilamente e, assim, comam o seu próprio pão.

E vós mesmos, irmãos, não vos canseis de fazer o bem. Se alguém não obedecer ao que dizemos nesta carta, notai-o e, para sua confusão, rompei relações com ele. No entanto, não o considereis como um inimigo, mas adverti-o como a um irmão.”

Qual a mensagem de Deus para mim hoje?

Perseverança!

2 Tessalonicenses 3:6-14

Vamos deixar a baixo alguns comentários de grandes escritores, sobre este texto, que muito esclarecera sobre o assunto.

Comentário de Albert Barnes

Agora nós ordenamos a vocês, irmãos – O apóstolo agora 2 Tessalonicenses 3: 6-12 se volta para um assunto importante – o método adequado de tratar aqueles que estavam ociosos e desordenados na igreja. Na epístola anterior, ele havia anunciado esse assunto, mas na linguagem moderada da exortação. Quando ele escreveu a Epístola, ele sabia que havia alguns deles dispostos a ficar ociosos, e ele os exortou com ternura a “ficarem calados, cuidando dos próprios negócios e trabalhando com as próprias mãos”; 1 Tessalonicenses 4:11 . Mas parece que a exortação e o exemplo do próprio Paulo, quando existem 1 Tessalonicenses 2: 9 , não foram eficazes em induzi-los a serem diligentes. Tornou-se, portanto, necessário usar a forte linguagem de comando, como ele faz aqui, e exigir que, se não funcionassem, a igreja deveria se afastar deles. Qual foi a causa original de sua ociosidade, não se sabe. Parece não haver razão, no entanto, para duvidar que a expectativa deles aumentasse muito de que o Salvador logo aparecesse e que o mundo chegaria ao fim em breve. Se fosse assim, de que serviria para trabalhar? Por que se esforçar para acumular propriedades com referência às necessidades de uma família, ou a um dia de doença ou velhice? Por que um homem deveria construir uma casa que seria queimada em breve, ou por que comprar uma fazenda que ele logo sairia? O efeito da expectativa da rápida aparição do Senhor Jesus sempre foi induzir os homens a negligenciar seus assuntos mundanos e a levar uma vida ociosa. O homem, naturalmente disposto a ficar ocioso, quer o estímulo da esperança de estar trabalhando para o futuro bem-estar de si mesmo, de sua família ou da sociedade, nem trabalhará se acreditar que o Salvador está prestes a aparecer.

Em nome do Senhor Jesus Cristo – veja as notas em 1 Coríntios 5: 4 . “Para que se retirem;” veja as notas em 1 Timóteo 6: 5 . Esta é a verdadeira noção de disciplina cristã. Não é principalmente o de cortar um homem, denunciá-lo ou excomungá-lo; é a retirada dele. Deixamos de ter comunhão com ele. Não o consideramos mais um irmão cristão. Nós nos separamos dele. Não procuramos afetá-lo em nenhum outro aspecto; não ferimos seu nome ou posição como homem, nem o reprovamos; não o seguimos com denúncia ou espírito de vingança; simplesmente deixamos de reconhecê-lo como um irmão cristão, quando ele mostra que não é mais digno de ser considerado como tal. Nós não o entregamos ao braço civil; não lhe infligimos punição positiva; nós o deixamos indiferente em todos os seus direitos como cidadão, homem, vizinho, marido, pai e simplesmente dizemos que ele não é mais um de nós como cristão. Quão diferente é isso da excomunhão, como é comumente entendido! Quão diferente dos anátemas fulminados pelo papado e da entrega do herege ao poder civil!

De todo irmão que anda desordenado – compare as anotações, 1 Coríntios 5: 11-13 . Uma “caminhada desordenada” denota conduta que é de alguma maneira contrária às regras de Cristo. A ideia apropriada da palavra usada aqui é a de soldados que não mantêm as fileiras; quem é independente da ordem; e então que são irregulares de qualquer forma. A palavra incluiria qualquer violação das regras de Cristo sobre qualquer assunto.

E não depois da tradição que recebestes de nós – De acordo com a doutrina que vos entregamos; veja as notas em 2 Tessalonicenses 2:15:

“Portanto, irmãos, permaneçam firmes e apeguem-se às tradições que foram ensinadas a vocês, quer de viva voz, quer por carta nossa.”.

 Isso mostra que, com a palavra “tradição”, o apóstolo não significava doutrinas não escritas transmitidas de um para outro, pois evidentemente alude ao que ele próprio lhes ensinou, e sua direção não é a de que deve ser transmitida por eles, mas que eles deveriam obedecer.

 
Comentário de John Calvin

Ele agora procede à correção de uma falha específica. Como havia pessoas indolentes e, ao mesmo tempo, curiosas e tagarelas, que, para conseguirem viver à custa de outros, perambulavam de casa em casa, ele proíbe que a indolência delas seja encorajada pela indulgência. , (700) e ensina que aqueles que vivem santamente buscam por si mesmos as necessidades da vida com trabalho honroso e útil. E, em primeiro lugar, ele aplica a denominação de pessoas desordenadas, não àquelas que são de vida dissoluta, ou àqueles cujos personagens são manchados por crimes flagrantes, mas a pessoas indolentes e sem valor, que não se empregam de maneira honrosa e útil ocupação. Pois isso realmente é ? a , ( desordem , (701) ) – não considerar para que propósito fomos feitos e regular nossa vida com vista a esse fim, enquanto é somente quando vivemos de acordo com a regra que Deus nos prescreveu. que esta vida é devidamente regulamentada. Deixe essa ordem de lado e não há nada além de confusão na vida humana. É digno de nota também isso, para que ninguém tenha prazer em se exercitar à parte de um chamado legítimo de Deus: pois Deus distinguiu de tal maneira a vida dos homens, a fim de que cada um se dispusesse a a vantagem dos outros. Ele, portanto, que vive sozinho, de modo a não ser lucrativo para a raça humana, mais ainda, é um fardo para os outros, não dando ajuda a ninguém, é por boas razões considerado ?  (desordenado. ) Portanto, Paulo declara que essas pessoas devem ser afastadas da sociedade de crentes, para que não tragam desonra à Igreja.

6 Agora nós ordenamos você no nome. Erasmus o processa – ” pelo nome”, como se fosse um ajuste. Embora eu não rejeite completamente essa tradução, ao mesmo tempo sou de opinião de que a partícula é redundante, como em muitas outras passagens, e que de acordo com o idioma hebraico. Assim, o significado será que este mandamento deve ser recebido com reverência, não como de um homem mortal, mas como do próprio Cristo; e Crisóstomo explica dessa maneira. Este afastamento , (702) no entanto do qual ele fala, se relaciona – não à excomunhão pública, mas às relações privadas. Pois ele simplesmente proíbe os crentes de terem qualquer relação familiar com drones desse tipo, que não têm meios de vida honrosos, nos quais possam se exercitar. Ele diz, no entanto, expressamente – de todo irmão , porque se eles professam ser cristãos, são acima de todos os outros intoleráveis, na medida em que são, de certa forma, as pragas e manchas da religião.

Não de acordo com a liminar – a saber, o que o encontraremos logo depois acrescentando – que comida não deve ser dada ao homem que se recusa a trabalhar. Antes de chegar a isso, no entanto, ele afirma que exemplo ele deu a eles em sua própria pessoa. Pois a doutrina obtém muito mais crédito e autoridade, quando impomos aos outros nenhuns outros fardos do que assumimos sobre nós mesmos. Agora ele menciona que ele próprio estava trabalhando com as mãos noite e dia, para que não pudesse sobrecarregar ninguém com despesas. Ele também tocou um pouco nesse ponto da Epístola anterior – à qual meus leitores devem recorrer (703) para uma explicação mais completa desse ponto.

Quanto ao seu dizer, que ele não havia comido nada por ninguém, certamente não teria feito isso, embora não tivesse trabalhado com as mãos. Pois o que é devido no caminho do certo não é gratuito, e o preço do trabalho que os professores (704) estabelecem em nome da Igreja é muito maior do que os alimentos que recebem dela. Mas Paulo tinha aqui em seus olhos pessoas desprezíveis, pois todos não têm tanta equidade e julgamento que considerem qual é a remuneração devida aos ministros da palavra. Mais ainda, tal é a miséria de alguns, que, embora não contribuam com nada, eles os invejam da sua vida, como se fossem homens ociosos. (705) Ele também declara imediatamente que renunciou ao seu direito, quando se absteve de receber qualquer remuneração, pela qual sugere, que é muito menos suportável que aqueles que não fazem nada vivam do que pertence para outros. (706)  Quando ele diz que eles sabem como devem imitar, ele não significa simplesmente que seu exemplo deveria ser considerado por eles uma lei, mas o significado é que eles sabiam o que haviam visto nele que era digno. De imitação, mais ainda, que exatamente o que ele está falando atualmente, foi imposta diante deles.

 
Comentário de Adam Clarke

Que vocês se retirem – Não tenham comunhão com aqueles que não se submeterão à disciplina apropriada; quem não guarda seu lugar;  como os que estão fora de seu posto, e agem de acordo com suas próprias vontades e caprichos; e particularmente os que estão ociosos e ocupados. A estes ele ordenara, 1 Tessalonicenses 4:11 , 1 Tessalonicenses 4:12 , que estudassem em silêncio, cuidassem de seus próprios assuntos e trabalhassem com as mãos; mas parece que eles não prestaram atenção a essa ordem, e agora ele deseja que a Igreja exclua isso de sua comunhão.

E não depois da tradição – isso evidentemente se refere às ordens contidas na primeira epístola; e essa primeira epístola foi a tradição que eles receberam dele. Não era, portanto, nenhuma palavra não escrita, nenhum dizer incerto, transmitido de um para outro; mas uma parte da revelação que Deus havia dado e que eles encontraram no corpo de sua epístola. Essas são as únicas tradições que a Igreja de Deus é chamada a considerar.

Comentário de Thomas Coke

2 Tessalonicenses 3: 6.  São Paulo, 1 Tessalonicenses 4: 11-12 ordenou que os ociosos entre eles trabalhassem e se mantivessem de maneira digna de crédito. Como suas instruções não foram cumpridas, mas, em vez de se reformarem, elas pioraram um pouco, ele aqui repete o que havia dito; repreendendo com mais severidade as pessoas ociosas e ofensivas que foram um escândalo para o cristianismo e problemáticas na sociedade civil.

Comentário de John Wesley

Agora ordenamos a vocês, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que se retirem de todo irmão que anda desordenadamente, e não segundo a tradição que ele recebeu de nós.

Isso anda desordenadamente – Principalmente por não funcionar.

Não de acordo com a tradição que ele recebeu de nós – A advertência que demos, tanto de boca em boca quanto em nossa antiga epístola.

Referências Cruzadas

Mateus 18:17 – Se ele se recusar a ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano.

Romanos 16:17 – Recomendo-lhes, irmãos, que tomem cuidado com aqueles que causam divisões e colocam obstáculos ao ensino que vocês têm recebido. Afastem-se deles.

1 Coríntios 5:4 – Quando vocês estiverem reunidos em nome de nosso Senhor Jesus, estando eu com vocês em espírito, estando presente também o poder de nosso Senhor Jesus Cristo,

1 Coríntios 5:11 – Mas agora estou lhes escrevendo que não devem associar-se com qualquer que, dizendo-se irmão, seja imoral, avarento, idólatra, caluniador, alcoólatra ou ladrão. Com tais pessoas vocês nem devem comer.

2 Coríntios 2:10 – Se vocês perdoam a alguém, eu também perdôo; e aquilo que perdoei, se é que havia alguma coisa para perdoar, perdoei na presença de Cristo, por amor a vocês,

Efésios 4:17 – Assim, eu lhes digo, e no Senhor insisto, que não vivam mais como os gentios, que vivem na futilidade dos seus pensamentos.

Colossenses 3:17 – Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai.

1 Tessalonicenses 4:1 – Quanto ao mais, irmãos, já os instruímos acerca de como viver a fim de agradar a Deus e, de fato, assim vocês estão procedendo. Agora lhes pedimos e exortamos no Senhor Jesus que cresçam nisso cada vez mais.

1 Tessalonicenses 4:11 – Esforcem-se para ter uma vida tranqüila, cuidar dos seus próprios negócios e trabalhar com as próprias mãos, como nós os instruímos;

1 Tessalonicenses 5:14 – Exortamos vocês, irmãos, a que advirtam os ociosos, confortem os desanimados, auxiliem os fracos, sejam pacientes para com todos.

2 Tessalonicenses 2:15 – Portanto, irmãos, permaneçam firmes e apeguem-se às tradições que lhes foram ensinadas, quer de viva voz, quer por carta nossa.

2 Tessalonicenses 3:7 – Pois vocês mesmos sabem como devem seguir o nosso exemplo, porque não vivemos ociosamente quando estivemos entre vocês,

2 Tessalonicenses 3:10 – Quando ainda estávamos com vocês, nós lhes ordenamos isto: se alguém não quiser trabalhar, também não coma.

2 Tessalonicenses 3:11 – Pois ouvimos que alguns de vocês estão ociosos; não trabalham, mas andam se intrometendo na vida alheia.

2 Tessalonicenses 3:14 – Se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, marquem-no e não se associem com ele, para que se sinta envergonhado;

1 Timóteo 5:21 – Eu o exorto solenemente, diante de Deus, de Cristo Jesus e dos anjos eleitos, a que procure observar essas instruções sem parcialidade; e não faça nada por favoritismo.

1 Timóteo 6:5 – e atritos constantes entre pessoas que têm a mente corrompida e que são privados da verdade, os quais pensam que a piedade é fonte de lucro.

1 Timóteo 6:13 – Diante de Deus, que a tudo dá vida, e de Cristo Jesus, que diante de Pôncio Pilatos fez a boa confissão, eu lhe recomendo:

2 Timóteo 3:5 – tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes.

2 Timóteo 4:1 – Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos por sua manifestação e por seu Reino, eu o exorto solenemente:

Hebreus 12:15 – Cuidem que ninguém se exclua da graça de Deus. Que nenhuma raiz de amargura brote e cause perturbação, contaminando a muitos.

Hebreus 12:16 – Não haja nenhum imoral ou profano, como Esaú, que por uma única refeição vendeu os seus direitos de herança como filho mais velho.

3 João 1:10 – Portanto, se eu for, chamarei a atenção dele para o que está fazendo com suas palavras maldosas contra nós. Não satisfeito com isso, ele se recusa a receber os irmãos, impede os que desejam recebê-los e os expulsa da igreja.

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Dezembro 3, 2025

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